Nunca se consumiu tanta música ao vivo. Os grandes festivais de música estão quebrando recordes de público, faturamento e tamanho na América Latina, transformando-se em autênticos parques de diversões para jovens e adultos. Eventos de múltiplos dias, reunindo astros do pop, rock e eletrônico, atraem verdadeiras multidões dispostas a pagar por uma experiência que vai muito além dos palcos.

O fenômeno é impulsionado por uma geração que valoriza a “economia da experiência”. As produtoras apostam pesado em rodas-gigantes, espaços imersivos para fotos no Instagram, gastronomia de alto padrão e campanhas robustas de sustentabilidade (Lixo Zero). Além do aspecto cultural, os festivais giram a economia das cidades sedes, lotando a rede hoteleira e gerando milhares de empregos temporários, provando que o setor do entretenimento está mais forte do que nunca.


