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Erika Schneider rompe fronteiras e escolhe o Rio Grande do Sul para viver uma nova fase na televisão brasileira


Há momentos na trajetória de uma mulher em que avançar não significa necessariamente ir para um lugar maior. Significa escolher um lugar onde ainda exista espaço para construir algo novo, para Erika Schneider, outubro de 2026 marca justamente um desses momentos.


Depois de uma carreira construída diante das câmeras e dos grandes palcos, Erika chega ao Rio Grande do Sul para assumir um novo lugar: o de apresentadora de Entre Linhas, programa que terá suas primeiras gravações realizadas na RSPLAY, em Porto Alegre.


Não parece apenas mais um trabalho em sua agenda, há algo simbolicamente interessante nessa escolha.
Erika já viveu diferentes linguagens do entretenimento brasileiro, foram aproximadamente oito anos no balé do Domingão do Faustão, período que lhe deu projeção nacional, depois vieram reality show, moda, Carnaval, universo digital, empreendedorismo e diferentes experiências diante das câmeras, ela também possui formação em Artes Cênicas e Administração.


Em 2026, continua transitando por diferentes territórios da cultura pop, foi musa da Gaviões da Fiel, em São Paulo, e da Mocidade Independente de Padre Miguel, no Rio de Janeiro, em agosto, participou do programa Mega Sonho, da RedeTV!, ao lado de Rico Melquiades, mas talvez o movimento mais interessante de sua carreira agora esteja justamente longe dos endereços tradicionais da televisão brasileira, Erika vai para o Sul e vai para conversar, se desafiar e ae dedicar ao um novo desafio.



Em Entre Linhas, a imagem continua importante, afinal, Erika compreende como poucas pessoas a força da comunicação visual, mas o novo programa propõe outra camada, a apresentadora passa a ocupar o espaço da escuta, da curiosidade e da conversa, é uma transição bonita para uma profissional que durante tantos anos comunicou também através do corpo, da dança, da moda, do digital e da presença, agora, sua voz ganha ainda mais protagonismo.


Apresentar exige algo diferente e saber perguntar sem disputar a resposta, é compreender o tempo do convidado, é perceber aquilo que não estava no roteiro, é transformar uma entrevista em encontro e talvez seja justamente aí que esteja a potência de Entre Linhas, permitir que o público descubra outras dimensões de Erika Schneider.


A escolha de Porto Alegre também carrega uma leitura contemporânea, durante décadas, imaginar uma carreira nacional na televisão significava, quase automaticamente, olhar para Rio de Janeiro ou São Paulo, esse mapa começa a ganhar novas possibilidades, a RSPLAY se apresenta como uma emissora e plataforma digital gaúcha oriunda da premiada startup de comunicação TVSPLAY, com operação de televisão e streaming, app na smart tv, incluindo presença no canal 6 e 524 da Claro TV., mais recentemente, a própria estrutura vem articulando um projeto de expansão que pretende atrair para o Rio Grande do Sul profissionais e produções de alcance nacional.

Segundo publicação da Startup TVSPLAY, os planos para 2027 e 2028 incluem negociações com profissionais que construíram trajetórias em grandes emissoras do eixo Rio–São Paulo, a chegada de Erika para gravar um programa nacional em Porto Alegre passa, portanto, a ter um significado maior.ela ajuda a materializar uma pergunta que começa a surgir nos bastidores da comunicação:, por que todo conteúdo nacional precisa nascer nos mesmos lugares?


A ideia da RSPLAY de construir, a partir do Rio Grande do Sul, uma espécie de terceira via da comunicação brasileira é ambiciosa e ainda está sendo construída, mas movimentos culturais relevantes quase sempre começam assim: primeiro como uma possibilidade, depois como uma escolha e, finalmente, como realidade.

A emissora em 15 meses de existência já reúne 91 programas e vem promovendo encontros entre comunicadores, empresários e criadores.

Em setembro, sua quinta Confraria reuniu mais de 50 apresentadores em Porto Alegre para discutir justamente novos formatos, projetos e caminhos para a comunicação, é nesse ambiente que Entre Linhas nasce, não para competir reproduzindo exatamente o modelo que já existe, mas para experimentar outra geografia, outras conexões e uma televisão cada vez mais integrada ao digital.


Talvez exista uma definição de maturidade profissional que combine especialmente com este momento, chegar ao ponto em que não precisamos mais provar tudo aquilo que já fomos e podemos começar a escolher aquilo que ainda queremos ser.


Erika Schneider que hoje tem mais de 4 milhões de seguidores com engajento nacional gigantesco, que já enfrentou confinamento e exposição em reality show, já atravessou passarelas, avenidas, campanhas, eventos e muitas cameras de grandes emissoras, agora senta-se diante de alguém para conversar do jeitinho dela, com seu próprio programa.


Em outubro, quando as câmeras da RSPLAY se acenderem em Porto Alegre para as primeiras gravações de Entre Linhas, haverá diante delas uma Erika conhecida pelo público mas ocupando um lugar diferente, mais madura, mais dona da própria narrativa e entrando em uma fase em que sua experiência deixa de ser apenas parte de sua história para se transformar em ferramenta de comunicação, talvez seja justamente isso que exista de mais interessante nas entrelinhas de uma carreira: aquilo que ainda não vimos e, para Erika Schneider, um novo capítulo começa no Sul.


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