A Justiça dos Estados Unidos tomou uma decisão importante nesta terça-feira (22) no processo movido contra Anitta por suposto plágio na música Funk Rave. O hit, lançado em 2023 como parte da nova fase internacional da cantora, foi alvo de uma ação movida por um produtor norte-americano que alegava semelhanças entre o refrão da faixa e uma música de sua autoria.
Segundo o portal Hugo Gloss, o tribunal analisou as composições e concluiu que não há provas suficientes para caracterizar plágio. Com isso, o processo foi arquivado, livrando Anitta de uma possível indenização milionária. O juiz responsável entendeu que, embora existam elementos comuns, eles são considerados “genéricos” e típicos do gênero musical, não configurando cópia.

A defesa de Anitta celebrou a decisão e reforçou que a artista sempre atuou com ética e originalidade em sua produção. “Desde o início, tínhamos confiança na Justiça e na integridade artística da Anitta. Essa vitória reafirma o comprometimento dela com a autenticidade da música brasileira no cenário internacional”, disse o advogado da cantora em nota oficial.
Funk Rave foi o primeiro single lançado pela artista após assinar contrato com a Republic Records, gravadora responsável por nomes como Ariana Grande e Taylor Swift. O sucesso da música consolidou a cantora como uma das principais representantes do funk no exterior, conquistando posições de destaque em rankings internacionais e presença em grandes festivais.

Com o caso resolvido, Anitta segue focada em novos projetos e no lançamento de seu próximo álbum global, previsto para 2026. A artista, que atualmente está em turnê internacional, comemorou discretamente nas redes sociais ao compartilhar uma foto com a legenda: “A verdade sempre vence”.
O arquivamento do processo representa não apenas uma vitória jurídica, mas também um reforço à reputação de Anitta no cenário musical mundial, consolidando sua trajetória de mais de uma década levando o funk brasileiro aos quatro cantos do planeta.


