
Em um momento em que a sociedade muda em velocidade acelerada, novas profissões surgem e a comunicação ganha cada vez mais protagonismo, Lauren Mazzardo começa a ampliar seu olhar para setores que ainda buscam reconhecimento, estrutura e oportunidades.
Advogada, empreendedora e auditora do BRDE, Lauren construiu uma trajetória ligada à gestão, inovação, empreendedorismo e transformação do ambiente de negócios, foi a primeira mulher a assumir a presidência da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Rio Grande do Sul em mais de um século de história da instituição, em sua gestão, a JucisRS tornou seus serviços 100% digitais e avançou no uso de inteligência artificial para análise de processos empresariais.
É justamente essa combinação entre credibilidade, experiência administrativa e capacidade de compreender as transformações da sociedade que começa a aparecer também nas novas pautas defendidas por Lauren.
Influenciadores digitais, videomakers, criadores e geradores de conteúdo, comunicadores independentes e tantos outros profissionais ligados às novas mídias movimentam negócios, marcas, turismo, entretenimento e informação.
São milhares de pessoas que transformaram a internet em profissão muito antes de existir uma estrutura preparada para reconhecê-las dessa maneira.

Entre as propostas que Lauren pretende levar ao debate está justamente a construção de mecanismos que possam profissionalizar, qualificar e fortalecer cada vez mais o ecossistema das novas mídias, dando voz a uma categoria que cresceu rapidamente e hoje faz parte da economia criativa, mais do que enxergar números de seguidores, a ideia é reconhecer pessoas que trabalham, produzem, movimentam empresas, divulgam cidades, geram renda e ajudam a construir uma nova indústria da comunicação.
É uma pauta que dialoga diretamente com algo que Lauren já fez na gestão pública, simplificar a vida de quem empreende.
Durante sua passagem pela JucisRS, o tempo médio de abertura de empresas, que chegou a aproximadamente 38 horas em 2021, caiu para cerca de duas horas em 2024. Projetos como o Tudo Fácil Empresas e o Tá na Mão Empresas também buscaram reduzir burocracias e facilitar a formalização de negócios.
Agora, esse olhar pode alcançar uma geração inteira que empreende através de uma câmera, de um celular, de uma ideia e da capacidade de criar conteúdo.
Outro projeto que ganha espaço nesse novo pensamento é o 60+ no Digital.
A tecnologia não pode criar uma nova divisão social entre aqueles que nasceram conectados e aqueles que precisaram aprender a viver em um mundo digital.
A proposta é desenvolver ações capazes de aproximar pessoas com mais de 60 anos das ferramentas digitais, ampliando autonomia, comunicação, conhecimento e até possibilidades de geração de renda.
Essa preocupação com inclusão não surge agora.
Lauren idealizou o Avança Mulher Empreendedora, iniciativa direcionada principalmente a mulheres em situação de vulnerabilidade econômica e social, no projeto-piloto, dados divulgados pela JucisRS apontaram aumento de renda para parte significativa das participantes e melhora na autoestima e confiança no próprio negócio para 79% das mulheres capacitadas.
Existe ainda uma ambição maior dentro desse conjunto de ideias: contribuir para a construção de um novo canal de comunicação capaz de levar o conteúdo produzido no Rio Grande do Sul para todo o Brasil.
Um espaço que possa revelar novas vozes, novos rostos, comunicadores, influenciadores, empresários, histórias, destinos turísticos, gastronomia, cultura e iniciativas que muitas vezes possuem enorme relevância regional, mas pouca exposição nacional.

O Rio Grande do Sul produz conteúdo, produz talentos e produz inovação.
O desafio é criar mais pontes para que o Brasil conheça tudo isso.
Uma plataforma com essa característica poderia ser também uma vitrine permanente do Estado, permitindo que diferentes regiões brasileiras conheçam melhor nossas empresas, nossos profissionais, nossa cultura e nossas histórias, e principalmente, abrindo espaço para novos protagonistas da comunicação gaúcha.
Se existem áreas novas entrando no radar de Lauren, uma delas já acompanha sua história há anos, o empreendedorismo feminino.
Sua atuação nessa frente ultrapassou o discurso, O Avança Mulher Empreendedora nasceu justamente para capacitar mulheres e estimular autonomia econômica. Lauren também levou essa discussão para diferentes regiões do Estado por meio das Jornadas de Interiorização da JucisRS.
Ela defende que mais mulheres estejam não apenas empreendendo, mas também ocupando posições de liderança e espaços onde decisões são tomadas. Empreendedorismo feminino, liderança feminina, desburocratização e liberdade econômica aparecem entre suas causas públicas.

Talvez seja justamente aí que Lauren Mazzardo encontre um dos pontos mais fortes de sua caminhada, ela não chega ao debate apenas apresentando ideias, chega carregando experiência de gestão, foi pioneira à frente de uma instituição histórica, participou de sua transformação digital, trabalhou pela redução da burocracia e criou projetos de inclusão e empreendedorismo, agora, coloca esse conhecimento diante de uma sociedade diferente daquela de poucos anos atrás.
Uma sociedade em que uma pessoa pode criar uma empresa pelo celular, alguém com mais de 60 anos pode começar uma nova atividade através da internet e um jovem com uma câmera pode transformar produção de conteúdo em profissão.
Lauren parece ter compreendido rapidamente esse novo cenário, o futuro não será construído apenas criando novas tecnologias, será construído dando oportunidades para que mais pessoas possam fazer parte delas e quando experiência, credibilidade e inovação caminham juntas, boas ideias deixam de ser apenas projetos.
E não para por aí uma das bandeiras já definidas por ela olha diretamente para o futuro da arte e da cultura no Rio Grande do Sul, com atenção especial a movimentos ligados à dança, à música e ao teatro musical, valorizando talentos, criando novas oportunidades e fortalecendo quem vive e transforma a cultura gaúcha.

UM PROJETO DE FUTURO PARA ARTE DO RIO GRANDE DO SUL
A partir de 2027, Lauren Mazzardo pretende desenvolver projetos voltados ao resgate e à valorização de importantes movimentos artísticos e culturais do Rio Grande do Sul, especialmente nas áreas da dança, teatro musical e da música, com atenção especial a Porto Alegre e a outros polos do estado.
Outro objetivo é conectar um dos maiores eventos culturais do Brasil, o Enart, a uma maior visibilidade nacional, essa projeção poderá abrir caminhos para que os grupos participantes tenham mais oportunidades de se conectar com marcas e empresas interessadas em investir na cultura, nos artistas e na continuidade dessas manifestações o ano inteiro.
Além disso, todos esses movimentos terão como base projetos sociais voltados às comunidades, criando espaços onde novos talentos possam ser descobertos, desenvolvidos e valorizados.
Mais do que promover esses movimentos, a intenção é construir uma rede “COMUNIDADE” permanente, capaz de unir formação, profissionalização, oportunidades e inclusão social.,
Entre as iniciativas planejadas está o desenvolvimento de uma escola profissionalizante para artistas, criando oportunidades de formação e preparando novos talentos para o mercado artístico, a proposta também inclui a criação de companhias profissionais de dança e de teatro musical, ciircuito profissional dos músícos gaúchos, fortalecendo a produção artística gaúcha e ampliando sua presença no cenário nacional.
O Rio Grande do Sul vive um momento em que inovação, criatividade e novas formas de trabalho ganham cada vez mais espaço. Nesse cenário, propostas voltadas à economia criativa, à cultura, às artes e às profissões do digital ampliam um debate importante sobre o futuro do Estado, Lauren Mazzardo coloca em discussão caminhos para reconhecer novos profissionais, fortalecer talentos gaúchos e criar oportunidades para que diferentes setores possam crescer, gerar renda e conquistar maior projeção dentro e fora do Rio Grande do Sul.
Mais do que citar ideias, o momento é de ampliar o debate, ouvir diferentes pessoas em várias cidades do RS e discutir quais ações podem efetivamente contribuir para um Estado mais inovador, conectado e preparado para as transformações dos próximos anos.



