O técnico Mano Menezes é o nome do dia no esporte sul-americano. Após semanas de especulação, foi confirmado hoje, 29 de janeiro, que ele assumirá o comando da seleção do Peru. Com uma longa trajetória em clubes brasileiros e uma passagem pela Seleção Brasileira, Mano chega a Lima com o objetivo de reconstruir uma equipe que vem sofrendo com a falta de renovação de talentos. O contrato, que deve ser assinado ainda hoje, prevê um projeto até o fim das Eliminatórias para a Copa do Mundo, com um salário que o coloca entre os técnicos mais bem pagos do continente.
Enquanto Mano se prepara para o desafio internacional, no Brasil o clima é de grandes negócios. Os campeonatos estaduais de 2026 estão servindo como vitrine para os novos investimentos das SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol). Times como Bahia e Cruzeiro apresentaram hoje novos reforços que vieram diretamente do mercado europeu, algo que era raro anos atrás. A profissionalização da gestão dos clubes permitiu que times brasileiros competissem financeiramente com equipes de médio porte da Europa, elevando o nível técnico do futebol local logo nas primeiras rodadas do ano.

Além do futebol, o esporte olímpico brasileiro também tem novidades. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) iniciou hoje um programa de intercâmbio para atletas de modalidades de base, visando o próximo ciclo de competições. A ideia é enviar jovens talentos para treinar em centros de excelência no exterior, focando em esportes onde o Brasil ainda busca medalhas inéditas. O investimento em tecnologia também é destaque: clubes de futebol e centros de treinamento olímpico estão usando softwares de inteligência artificial para prever lesões, analisando o cansaço dos atletas em tempo real.
O dia 29 de janeiro encerra também uma importante rodada de negociações de direitos de transmissão. Com o crescimento das plataformas de streaming, o torcedor brasileiro tem agora mais opções para acompanhar seu time, o que tem gerado uma guerra de preços benéfica para o consumidor. O esporte em 2026 não é apenas o que acontece dentro de campo, mas uma indústria gigantesca que movimenta bilhões e dita o ritmo do entretenimento no país.


