Ecossistema gaúcho RSPLAY TV, reúne 93 programas multiplataforma e planeja novos formatos e experiências para ampliar sua presença nacional, a RSPLAY TV e a startup TVSPLAY estão ampliando, a partir do Rio Grande do Sul, um projeto de comunicação com ambição nacional.
A proposta é reunir smart tv, streaming, produção digital, comunidades e alta força de multiplicadores para exibições de conetúdo, tudo em um mesmo ambiente, no qual uma ideia possa se transformar em posicionamento e vai ao encontro do público em diferentes telas.
Segundo informações atualizadas da direção artística, o ecossistema reúne 93 programas em formato multiplataforma e um portfólio de 16 projetos de reality shows nacionais e três internacionais, os números dão dimensão a um trabalho que combina a produção atual com o desenvolvimento de novos formatos.
Esse movimento vem despertando, conforme relata a direção, o interesse de pessoas de outros estados, artistas, personalidades conhecidas do público e diretores com experiência em outras emissoras, a intenção é aproximar esse repertório dos profissionais que já fazem parte da casa, criando oportunidades de colaboração e aprendizado.
Somente neste ano, já foram produzidas e exibidas em nível nacional mais de 2.000 entrevistas, ampliando a diversidade de histórias, vozes e conteúdos levados ao público em todo o Brasil.

Uma trajetória que começou em 2016
A história começou em 2016, com a criação da TVSPLAY, desde então, o projeto atravessou diferentes etapas de amadurecimento, experimentando formatos, avaliando caminhos e acompanhando as transformações na maneira de produzir e consumir conteúdo, a experiência acumulada ao longo dos anos, entre programas, realities e produções digitais, ajudou a construir uma base sólida para um novo momento de expansão. Em 2025, essa trajetória ganhou um novo capítulo ao se integrar a RSPLAY TV, unindo experiência, inovação e novas possibilidades para a comunicação multiplataforma.
Ao longo desse percurso, a relação entre pessoas e projetos ganhou espaço na proposta de negócio, hoje, essa visão se amplia com a união entre a estrutura de uma emissora e a capacidade de uma startup de experimentar novas formas de comunicação.
Conteúdo pensado para diferentes telas que o próprio elenco chama de NOVAS MÍDIAS.
Uma entrevista pode chegar à televisão e se transformar em vídeos curtos para as redes, um reality pode gerar episódios, bastidores e conversas com os participantes.
Trabalhar dessa forma permite que cada produção tenha desdobramentos, com linguagem adequada a cada tela e novas possibilidades de aproximação com o público.

O planejamento para 2027 prevê séries verticais, pensadas para a tela do celular, e um desenho animado próprio, são frentes que ampliam a criação de histórias autorais e abrem possibilidades para diferentes profissionais do audiovisual.
Também está prevista a criação de uma escola voltada a influenciadores e criadores de conteúdo, com foco no formato UGC. A iniciativa pretende preparar profissionais para atuar de forma mais estratégica nas plataformas digitais, desenvolvendo conteúdos relevantes, autênticos e conectados às novas linguagens da comunicação, compreendendo, acima de tudo, novas formas de criar conexões reais entre pessoas, marcas e comunidades.

Uma das principais apostas para 2027/2028 é a escola de atores e novos apresentadores, planejada para funcionar dentro do próprio ecossistema, a proposta é aproximar a formação da rotina de produção, permitindo que o aprendizado tenha contato com o ambiente em que programas e projetos são desenvolvidos.
Também está prevista uma escola voltada a influenciadores e criadores de conteúdo no formato UGC, a iniciativa pretende preparar profissionais para atuar nas plataformas digitais e produzir conteúdos para relevantes, com mais conhecimento sobre a nova linguagem de se conectar com outras pessoas.

A formação ocupa um lugar importante nesse crescimento, para quem deseja começar, conhecer os bastidores e compreender como uma ideia se transforma em gravação pode ajudar a construir um caminho profissional, para o ecossistema, desenvolver talentos é uma forma de dar continuidade à própria produção.

Boraeh fortalece a construção de comunidades
O Boraeh faz parte dessa proposta de aproximar pessoas, a ferramenta vem sendo estruturada há algum tempo e continua passando por melhorias, na avaliação da direção, seu conceito já foi validado como rede de negócios e comunidades, enquanto a plataforma segue em aperfeiçoamento, a ideia é criar um ambiente em que apresentadores, influenciadores, empreendedores e marcas possam se conhecer, trocar experiências e desenvolver parcerias. O valor dessa rede está na participação de seus integrantes e nas relações que conseguem construir, inclusive fora dos estúdios.

BRSFLIX será dedicada ao conteúdo vertical
Para 2027, a direção também anuncia a chegada da BRSFLIX, uma ferramenta 100% vertical voltada aos apresentadores e geradores de conteúdo do ecossistema RSPLAY e TVSPLAY.
A proposta é oferecer um espaço dedicado a essas produções e ampliar suas possibilidades de circulação. A iniciativa se conecta ao planejamento das séries verticais e à formação de novos criadores, aproximando o desenvolvimento de conteúdo dos canais pelos quais ele poderá encontrar público.

O primeiro Troféu RSPLAY chega no fim de 2026
O encerramento de 2026 terá um novo marco: o 1º Troféu RSPLAY, com exibição prevista para todo o Brasil. A premiação nasce com o objetivo de reconhecer os destaques do ano e dar visibilidade às trajetórias que serão homenageadas.
A proposta é levar ao público histórias de dedicação e realizações, valorizando pessoas e trabalhos que merecem ser celebrados. Para o ecossistema, será também uma oportunidade de reunir sua comunidade em torno dessas conquistas.

Bariloche reunirá o elenco por 15 dias em 2027
Em 2027, apresentadores e influenciadores da RSPLAY e da TVSPLAY embarcarão para Bariloche, na Argentina, para uma gravação especial, oplanejamento prevê 15 dias juntos, em uma experiência que levará o elenco a um novo cenário de convivência e produção.
A viagem abre espaço para encontros entre profissionais que poderão compartilhar ideias e criar conteúdos em conjunto, essa proximidade pode fortalecer as relações dentro do grupo e oferecer ao público novas formas de conhecer quem faz parte do ecossistema.

A visão de uma terceira via da comunicação nacional
Essas iniciativas fazem parte de uma ambição defendida pelo diretor artístico Júnior Soares: construir, a partir do Rio Grande do Sul, uma terceira via da comunicação nacional, ee acredita que esse objetivo poderá ser alcançado nos próximos três anos, com o amadurecimento do ecossistema.
A expressão representa a intenção de fortalecer um polo de criação no Sul, capaz de desenvolver profissionais, produzir histórias próprias e ampliar sua participação na comunicação brasileira, transformar esse horizonte em realidade passa pelo trabalho diário de quem apresenta, produz, dirige e organiza os bastidores.
A qualidade de cada entrega e o cuidado com as pessoas são parte do que pode sustentar esse crescimento, para o Rio Grande do Sul, o projeto aponta para mais oportunidades de criação e desenvolvimento profissional, para o Brasil, abre a possibilidade de conhecer outras histórias e novos protagonistas, é aí que essa expansão encontra seu sentido, permitir que mais pessoas comecem aqui, desenvolvam sua voz e encontrem público em qualquer lugar do país.






