Aos 18 anos, a influenciadora reúne conquistas digitais, interesse pela publicidade e uma estreia no Carnaval que abre um novo capítulo em sua trajetória
Na madrugada de 16 de fevereiro de 2026, Duda Guerra viveu uma mudança de perspectiva na Marquês de Sapucaí, quem conhecia o espetáculo como espectadora passou a integrá-lo, desfilando em um carro alegórico da Imperatriz Leopoldinense, aos 17 anos naquele momento, participou do enredo Camaleônico, dedicado a Ney Matogrosso, e realizou um desejo que já havia compartilhado com seus seguidores.
A cena ajuda a compreender a fase de uma jovem que cresceu diante do público e começou a experimentar outros espaços de exposição. Hoje, aos 18 anos,
Duda tem uma trajetória que reúne a rotina publicada no celular, o marco de um milhão de seguidores e o interesse declarado em estudar comunicação. A passagem pelo Carnaval acrescenta uma experiência concreta a esse percurso ainda em formação.
Sua presença digital se desenvolveu no Instagram e no TikTok, com registros do cotidiano e conversas com quem a acompanha, em setembro de 2024, quando apareceu ao lado de Benício Huck no Rock in Rio, ela já produzia conteúdo.
O relacionamento com o filho de Angélica e Luciano Huck ampliou a atenção sobre seu nome. O namoro terminou em maio de 2025, sob intensa repercussão nas redes.

Um marco de sua atividade como criadora veio em julho de 2025, quando celebrou um milhão de seguidores no Instagram, ao comentar a conquista, Duda se emocionou e explicou que o gosto por gravar vinha da infância, a câmera, contou, sempre esteve associada à vontade de divertir outras pessoas. “Eu tive muita coragem para começar”, disse aos seguidores.
Na mesma ocasião, ela falou sobre o receio que sentia ao publicar stories diariamente: o julgamento dos amigos, a possibilidade de críticas e a dúvida sobre encontrar apoio, rambém atribuiu à família um papel central em sua sustentação emocional, o relato permite olhar para aquele número como parte de um processo de exposição e aprendizado, com inseguranças que nem sempre aparecem nas imagens publicadas.
Os estudos também entraram nas conversas com o público. Em junho de 2025, Duda anunciou que havia sido aprovada em um vestibular para Publicidade e Propaganda, naquele momento, explicou que pretendia prestar outra seleção ao fim do ano antes de escolher onde estudar, o interesse pela área aproxima seus planos de formação de uma atividade que já exercia na prática: produzir mensagens para uma audiência.

Pouco antes, em maio, havia explicado a adoção do ensino remoto, apresentou a mudança como uma forma de organizar melhor os horários, conciliar os estudos com o trabalho e reservar tempo para a vida pessoal, ao dividir essa decisão, trouxe para a própria narrativa um aspecto menos visível da criação de conteúdo: a necessidade de acomodar compromissos profissionais em uma rotina de adolescente.
Foi no início de janeiro de 2026 que anunciou o convite da Imperatriz Leopoldinense, ao agradecer, contou que sua história como espectadora na Sapucaí havia começado em 2017, ressaltou o trabalho da comunidade e das pessoas responsáveis pela construção do Carnaval durante o ano inteiro, apresentando-se como alguém disposta a aprender., a estreia veio, assim, acompanhada de um reconhecimento de quem faz o espetáculo acontecer.

Sua participação foi como destaque de carro alegórico. Depois do desfile, em fevereiro, ela manifestou o desejo de continuar no Carnaval e associou a experiência a momentos de felicidade, essa vontade de permanecer sugere que a aproximação com o samba pode ganhar continuidade, embora uma declaração de intenção, por si só, não defina os próximos passos na avenida.
A curiosidade por outros formatos de entretenimento também apareceu em agosto de 2025, quando respondeu que teria coragem de participar do Big Brother Brasil, a conversa nasceu de uma pergunta de um seguidor e foi devolvida ao público: ela quis saber se receberia torcida. Tratava-se de uma possibilidade comentada nas redes, sem anúncio de participação no programa.

Vistos em conjunto, esses episódios sugerem a construção de uma identidade profissional ainda aberta a experiências, o interesse pela publicidade aponta para a formação; a estreia pela Imperatriz acrescenta contato com uma expressão cultural coletiva; e as conversas com seguidores mantêm o vínculo com o ambiente em que começou a produzir conteúdo. São movimentos distintos de uma carreira que se desenvolve enquanto sua protagonista chega à vida adulta.
Na Sapucaí, essa mudança ganhou uma imagem concreta: a espectadora passou a fazer parte do desfile. Para Duda Guerra, a experiência representa um capítulo realizado de uma história cujos próximos passos ainda estão sendo escolhidos, diante de um público que acompanha tanto suas conquistas quanto o aprendizado de crescer sob observação.



