Aos 30 anos, Alice Wegmann atravessa um dos momentos mais interessantes de sua trajetória artística, depois de ganhar novo destaque nacional com Solange Duprat no remake de “Vale Tudo”, exibido em 2025, a atriz começa a direcionar os próximos passos para além do mercado brasileiro e se prepara para um projeto internacional no cinema.
A novidade foi revelada pela própria artista em agosto de 2026. Alice se prepara para protagonizar um filme italiano, rodado inteiramente em italiano, marcando um movimento importante de internacionalização da carreira, à publicação, ela contou que sempre teve vontade de trabalhar em outra língua e destacou a expectativa de ampliar sua atuação para fora do Brasil.

Da televisão brasileira para novos mercados
A trajetória de Alice começou cedo, ela iniciou no teatro ainda criança e chegou à televisão na adolescência, através de “Malhação”, desde então, construiu uma carreira marcada por personagens de diferentes perfis e pela busca constante por novos desafios.

Ao longo dos últimos anos, a atriz passou a ocupar também espaço importante nas séries e no streaming. Entre os projetos que ajudaram a ampliar sua presença no audiovisual estão “Rensga Hits!”, do Globoplay, “Justiça 2”, além de sua participação na produção internacional “Senna”, da Netflix, na qual interpretou Liliane Vasconcellos Souza, que foi esposa de Ayrton Senna no início da juventude, mas foi sua participação em “Vale Tudo” que voltou a colocar Alice diariamente diante de milhões de brasileiros. Como Solange Duprat, personagem originalmente interpretada por Lídia Brondi na versão de 1988, ela assumiu uma figura ligada ao universo da comunicação, da publicidade e da moda, ganhando forte visibilidade durante a novela.
Mais do que acumular personagens, Alice Wegmann tem demonstrado uma preocupação cada vez maior com a diversidade de seus trabalhos. Em depoimentos sobre sua carreira, ela já definiu a atuação como uma busca permanente por novas versões de si mesma e por personagens capazes de tirá-la de lugares conhecidos, essa inquietação artística ajuda a explicar o novo movimento internacional, depois de trabalhar em novelas, séries, cinema e produções de streaming, atuar integralmente em outro idioma representa não apenas uma expansão de mercado, mas também um novo desafio criativo.

A chegada de um filme italiano ao currículo reforça uma tendência cada vez mais presente entre atores brasileiros: construir carreiras capazes de circular entre televisão aberta, streaming, cinema nacional e produções internacionais.
Para Alice Wegmann, esse movimento parece acontecer de maneira natural, depois de mais de uma década diante das câmeras e de personagens que acompanharam diferentes momentos de sua própria vida, ela chega aos 30 anos com maturidade artística e disposição para atravessar novas fronteiras.
Se “Vale Tudo” marcou seu reencontro de grande impacto com o público da televisão, 2026 começa a desenhar algo ainda maior: a possibilidade de Alice Wegmann transformar uma carreira já consolidada no Brasil em uma trajetória cada vez mais internacional.



