O ex-secretário Especial da Cultura, Mario Frias, que está à frente da produção do filme Dark Horse, baseado na vida e na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, veio a público explicar a controversa decisão de gravar a produção primariamente em inglês.
A escolha do idioma gerou críticas e questionamentos sobre o público-alvo e a intenção do filme, que retrata uma figura central da política brasileira. Mario Frias defendeu a decisão, argumentando que o uso do inglês visa ampliar o alcance internacional da produção. O objetivo, segundo ele, é que o filme não se restrinja ao público nacional, mas consiga atingir mercados globais e festivais internacionais, levando a narrativa de Bolsonaro para além das fronteiras brasileiras.

A produção de Dark Horse tem sido acompanhada de perto por críticos e apoiadores. A explicação de Frias reforça a ambição de transformar a história política brasileira em um produto exportável, utilizando o cinema como ferramenta de narrativa política em escala global.


